Ministério da Saúde - 17/01/2019 às 09:26:07

Férias também é período de cuidado e combate ao mosquito Aedes

O verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças, como dengue, zika e chikungunya. A combinação do calor com chuvas, favorece ao aumento da proliferação do mosquito e, consequentemente, do risco de infecção por essas doenças. Por isso, a recomendação do Ministério da Saúde é não descuidar, mesmo no período de férias. É importante que a população verifique espaços dentro e fora de casa para eliminar todo e qualquer recipiente que possa acumular água e se transformar em criadouros do mosquito, como vasos de plantas, baldes e garrafas vazias. O cuidado também deve se manter por aquelas pessoas que optaram por não viajar.

A população também deve ficar atenta aos destinos onde vão passar as férias, e verificar quais cuidados devem ser tomados, como uso de repelentes e de roupas claras. As áreas com muita vegetação, por exemplo, estão propícias a ter grande circulação de mosquitos. Há também estados e municípios que têm maior recorrência de casos de dengue, zika e chikungunya. Essas e outras informações podem ser consultadas nos boletins epidemiológicos e no Levantamento Rápido de índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), divulgados pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias estaduais de Saúde.

A recomendação do Ministério da Saúde é para que todos mantenham as ações para prevenir focos em qualquer época do ano. Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a principal forma de prevenção. Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros.

A ideia é fazer do combate ao mosquito uma rotina de toda a sociedade. Dessa forma, os cidadãos podem adotar uma série de medidas de forma a eliminar a presença de mosquitos transmissores de doenças e seus criadouros (retirar recipientes que tenham água parada e cobrir adequadamente locais de armazenamento de água). Atitudes simples como proteção contra mosquitos, com portas e janelas fechadas ou teladas, uso de calça e camisa de manga comprida e com cores claras são fácies e eficientes. Também é recomendado o uso de mosquiteiros que proporcionam boa proteção àqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos).

 

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PROTEÇÃO DAS RESIDÊNCIAS

Outras medidas de prevenção e combate ao Aedes aegypti que a população pode fazer são: manter bem tampado tonéis, caixas e barris de água; lavar semanalmente com água e sabão tanques utilizados para armazenar água; manter caixas d’agua bem fechadas; remover galhos e folhas de calhas e não deixar água acumulada sobre a laje. Além disso, a população brasileira deve inserir em sua rotina o hábito de encher pratinhos de vasos com areia até a borda ou lavá-los uma vez por semana; trocar água dos vasos e plantas aquáticas uma vez por semana; colocar lixos em sacos plásticos em lixeiras fechadas; e fechar bem os sacos de lixo e não deixar ao alcance de animais.

Também é importante manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo; acondicionar pneus em locais cobertos; fazer sempre manutenção de piscinas; tampar ralos; colocar areia nos cacos de vidro de muros ou cimento; limpar sempre a bandeja do ar condicionado e não deixar água acumulada em folhas secas e tampinhas de garrafas, assim como catar sacos plásticos e lixo do quintal. Os vasos sanitários externos também devem ser tampados e verificados semanalmente e as lonas para cobrir materiais de construção devem estar sempre bem esticadas para não acumular água.

Inseticidas, usados para matar mosquitos adultos, e repelentes ambientais, usados para afastar os mosquitos (encontrados na forma de espirais, líquidos e pastilhas de aparelhos elétricos), também podem ser adotados no combate ao mosquito Aedes aegypti, desde que registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e sejam obedecidos todos os cuidados e precauções descritas nos rótulos dos produtos. Os inseticidas “naturais” à base de citronela, andiroba e óleo de cravo, entre outros, não possuem comprovação de eficácia nem a aprovação pela Anvisa, até o momento.

AÇÕES PERMANENTES

As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Desde a identificação do vírus zika no Brasil e sua associação com os casos de malformações neurológicas, o governo mobilizou todos os órgãos federais (entre ministérios e entidades) para atuar conjuntamente, além de contar com a participação dos governos estaduais e municipais na mobilização de combate ao vetor.

Todas as ações são gerenciadas e monitoradas pela Sala Nacional de coordenação e Controle para enfrentamento do Aedes que atua em conjunto com outros órgãos, como o Ministério da Educação; da Integração, do Desenvolvimento Social; do Meio Ambiente; Defesa; Casa Civil e Presidência da República. A Sala Nacional articula com as Salas Estaduais e Municipais as ações de mobilização e também monitora os ciclos de visita a imóveis urbanos no Brasil, que são vistoriados pelos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

O Ministério da Saúde também oferece, continuamente, aos estados e municípios apoio técnico e fornecimento de insumos, como larvicidas para o combate ao vetor, além de veículos para realizar os fumacês, e testes diagnósticos, sempre que solicitado pelos gestores locais

CAMPANHA

A atual campanha publicitária do Ministério da Saúde traz o slogan "O perigo é para todos. O combate também. Faça sua parte. Com ações simples podemos combater o mosquito". A campanha ressalta que a união de todos, governo e população, é a melhor forma de derrotar o mosquito, e que a vigilância deve ser constante. Juntamente com a campanha, o Ministério da Saúde tem divulgado em suas redes sociaisinformações de orientação e vídeos tutoriais no Youtube que orientam a população a realizar as vistorias em casas, prédios e espaços abertos. São técnicas simples que a população pode fazer.











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