Sinfarmig - 14/06/2016 às 18:48:06

Entidade patronal desconsidera pauta e oferece reajuste zero para farmacêuticos hospitalares

Foi tensa a primeira rodada de negociações entre os farmacêuticos hospitalares e o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde de Minas Gerais (Sindhomg) nessa quarta, 08/06. A entidade patronal recebeu os farmacêuticos que tem data-base em 1º de junho, com um sonoro 0% de reajuste como proposta, logo na primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2016.

( Fonte: Assessoria de Comunicação Sinfarmig  )


O restante da pauta de reivindicações também não foi debatido, nem considerado pelos donos de hospitais. A Assessoria Jurídica do Sindhomg insistiu na tese de que o momento é de crise e os hospitais mineiros estão numa situação financeira gravíssima.   

Diante do impasse, o Sinfarmig elaborou uma contraproposta aceitando o reajuste zero desde que os empresários concordassem em estabelecer um Piso Salarial para os farmacêuticos hospitalares de R$ 4.000,00 para uma jornada de 40 horas, conforme a pauta de reivindicações.

A proposta foi encaminhada para avaliação e o retorno será anunciado em reunião a ser marcada pela entidade patronal. Se a resposta for negativa o Sinfarmig terá de recorrer à Superintendência Regional do Trabalho para tentar outro meio de negociação.  “Há anos o sindicato patronal vem agindo com descaso e de modo pouco amistoso com os farmacêuticos hospitalares. A desvalorização da profissão vem sendo constante. Mas, em 12 anos de mesa de negociações nunca vimos nada igual. Por isso convoco a todos para uma mobilização geral e constante de modo que possamos mostrar nossa força e mudarmos esse quadro”, explicou a diretora do Sinfarmig, Júnia Lélis.  

Enquanto isso os profissionais que atuam em farmácias e laboratórios de análises clínicas de hospitais privados, clínicas e casas de saúde ficarão sem reajuste. “Lamentamos muito essa postura da entidade porque temos responsabilidades grandes demais dentro de um hospital e administramos  medicamentos para centenas de leitos ao mesmo tempo. Muitas vezes sozinhos, porque há pouquíssimos profissionais numa unidade hospitalar. Outras vezes respondemos por mais de uma unidade e isso aumenta a nossa atenção e dedicação”, lamentou o farmacêutico hospitalar e diretor do Sinfarmig, Valdir Latorre.

O Sinfarmig reforça que se não houver envolvimento da categoria, os patrões vão reforçar a ideia de que os farmacêuticos hospitalares não são mobilizados e, portanto, não haverá impacto diante da proposta absurda.  “Espero que o Sindicato não esteja sozinho na luta contra essa atitude desrespeitosa da entidade patronal e que tenhamos reforço dos profissionais na busca de uma Convenção Coletiva de Trabalho mais justa para os Farmacêuticos Hospitalares”, ressaltou a diretoria Júnia Lélis.











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