Anvisa alerta para ações de Farmacovigilância no uso da cloroquina e hidroxicloroquina

Comunicação CRF/MG - 07/04/2020 às 14:25:08

Anvisa alerta para ações de Farmacovigilância no uso da cloroquina e hidroxicloroquina

Em e-mail encaminhado ao CRF/MG, a Gerência de Farmacovigilância da Anvisa, alerta e solicita a todos os farmacêuticos o monitoramento intensivo de pacientes em uso da cloroquina e hodroxicloroquina, e solicita a notificação das reações adversas ocorridas no sistema VigiMed.

Frente ao grave cenário de pandemia ocasionada pelo novo coronavírus humano (COVID-2019), a situação epidemiológica brasileira e a inexistência de terapias farmacológicas e imunobiológicos específicos para COVID-19, o Ministério da Saúde, considerando as publicações recentes com dados preliminares sobre o uso da cloroquina e hidroxicloroquina em pacientes com COVID-19, publicou a NOTA INFORMATIVA Nº 5/2020-DAF/SCTIE/MS. A nota traz orientações  sobre o uso, a critério médico, do medicamento difosfato de cloroquina e hidroxicloroquina  como terapia adjuvante no tratamento de formas graves do COVID-19 em pacientes hospitalizados.

É de amplo conhecimento as reações adversas do medicamento cloroquina e seu análogo hidroxicloroquina, inclusive reações consideradas graves. De acordo com a bula do medicamento difosfato de cloroquina, as manifestações tóxicas mais graves estão relacionadas com efeitos cardiovasculares (hipotensão, vasodilatação, supressão da função miocárdica, alargamento do complexo QRS e anormalidade da onda T, arritmias cardíacas, parada cardíaca), e do SNC (confusão, convulsões e coma). O uso prolongado e altas doses podem resultar toxicidade grave, às vezes irreversível, incluindo retinopatia.

O seu análogo, sulfato de hidroxicloroquina, de forma similar, traz como reações adversas de frequência desconhecida cardiomiopatia – que pode resultar em insuficiência cardíaca e em alguns casos com desfecho fatal – e convulsões. A retinopatia é tratada como de frequência incomum, existindo o risco de progressão da doença caso o tratamento não seja suspenso.

Diante deste cenário de incertezas do uso off-label dessas medicações é necessário, mais do que nunca, o monitoramento dos medicamentos utilizados.

Solicitamos a todos os notificadores que monitorem de forma mais intensiva o uso desses medicamentos e notifiquem as reações adversas ocorridas no sistema VigiMed. Lembramos que não é necessário que se tenha certeza sobre a relação da reação com o medicamento, a simples suspeita já basta para fazer uma notificação.

Deem atenção especial ao preenchimento dos campos: história clínica do paciente (comorbidades apresentadas), medicamentos de uso contínuo, dose utilizada dos medicamentos, as reações apresentadas e suas gravidades entre outras.







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