Segurança do paciente é tema de campanha do Ministério da Saúde e Anvisa neste mês de abril

Comunicação CRF/MG - 06/04/2022 às 16:08:01

Segurança do paciente é tema de campanha do Ministério da Saúde e Anvisa neste mês de abril

A Anvisa e Ministério da Saúde lançam campanha ressaltando a segurança do paciente, neste mês dedicado ao tema. “Abril pela segurança do paciente” e “Valor do Autocuidado para a Segurança do Paciente” são os temas usados, respectivamente, pela Anvisa e Ministério da Saúde. A campanha ocorre durante todo o mês de abril e tem como objetivo orientar a população sobre a importância da própria segurança nos tratamentos de saúde. A temática considerou também os pacientes, familiares e acompanhantes como parceiros nos esforços para a prevenção de falhas e danos em serviços de saúde do país.  

Visando capacitar os farmacêuticos mineiros, o CRF/MG disponibiliza no Portal Farma o curso “Segurança do Paciente em Farmácias e Drogarias”. Ministrado pelas farmacêuticas Maysa Caroline Santos dos Reis Monteiro; Cristiane Aparecida Coelho, o curso autoinstrucional aborda: Segurança do paciente e conceitos: Desafio global para segurança do paciente, Programa Nacional de Segurança do Paciente, Farmacovigilância e Segurança do Paciente, Dispensação de medicamentos, Orientações na dispensação de medicamentos e lista de medicamentos potencialmente perigosos, segundo boletim ISMP.

Estratégia essencial

Para o diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência do Ministério da Saúde, Brunno Carrijo, “a segurança do paciente é uma estratégia essencial”. Ele contou que um dos objetivos este ano é sensibilizar os profissionais de saúde e os próprios pacientes para a temática. Carrijo destaca ainda o papel das equipes nos processos de qualificação do cuidado como um aspecto central do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP).

“Identificação do paciente, comunicação efetiva entre os profissionais de saúde, uso seguro de medicamentos, cirurgia segura, higienização das mãos, prevenção de lesão por úlcera de pressão e prevenção do risco de quedas são algumas das ações consideradas estratégicas para a minimização de eventos adversos evitáveis na assistência à saúde dos pacientes”, elenca o diretor.

Entre as ações propostas pelo programa estão:

• Reduzir fatores de risco pessoais (atividade física/alimentação/bem-estar);
• Autogerenciamento de sua saúde e tratamento (adesão às terapias e uso correto de medicamentos);
• Busca de respostas em casos de dúvidas ou dos efeitos das terapias;
• Observação de efeitos adversos ou sintomas com uso dos medicamentos;
• Busca de orientações em fontes técnicas (profissionais de saúde, bulas e serviços de referência).

Autocuidado

Segundo a OMS, o autocuidado é a capacidade de indivíduos, famílias e comunidades de promover sua própria saúde, prevenir doenças, manter a saúde e lidar com doenças e deficiências com ou sem o apoio de um profissional de saúde.

A entidade reconhece os indivíduos como agentes ativos na gestão dos próprios cuidados de saúde em áreas como a promoção da saúde, prevenção e controle de doenças, autocuidado, prestação de cuidados a pessoas dependentes e reabilitação, incluindo cuidados paliativos.

Riscos da automedicação

Segundo pesquisa realizada em 2018, pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), 79% das pessoas com mais de 16 anos admitem tomar medicamentos sem prescrição médica ou farmacêutica.

Entre os sintomas que levam as pessoas a tomar remédios por conta própria estão: dor de cabeça, febre, resfriado, congestão nasal, alergia, tosse, dor de barriga, dor no estômago, dores musculares e cólica abdominal.

Já entre os medicamentos mais consumidos por conta própria pelos brasileiros destacam-se: analgésicos, anti-inflamatórios, relaxante muscular, antitérmicos, descongestionante nasal, expectorante, antiácido e antibióticos.

Cabe ressaltar que nem todas as doenças exigem o uso de medicamentos, porque alguns problemas são de curta duração e podem desaparecer mesmo sem o uso de medicamentos. Há ainda medidas que podem auxiliar na cura de doenças, tais como dietas, repouso, exercícios, entre outras, mas somente um profissional de saúde habilitado pode orientar corretamente a respeito do tratamento das doenças.

De qualquer forma, exige a consciência e adesão da pessoa para ter o efeito esperado na saúde. Ainda assim, qualquer que seja a doença, de longa duração ou passageira, o tratamento deve ser bem entendido pelo paciente, seu familiar ou cuidador e seguido com rigor até o final, ingerido de acordo com a receita e as orientações recebidas, no horário correto, como é o caso de antibióticos.

Redução de danos

Instituído por meio da Portaria nº 529 de 1º de abril de 2013, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), foi criado para contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional.

A segurança do paciente é a área da ciência que promove a redução dos riscos de danos desnecessários associados à assistência em saúde. A iniciativa é focada no compartilhamento de informações de qualidade com os outros responsáveis pelo cuidado, como os profissionais de saúde.

Para estimular as atividades e as capacitações locais sobre o assunto, a Anvisa criou uma página especifica no portal, com diversos materiais sobre o tema. A ideia é que todos possam participar.  

O Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e a Anvisa convidam todos os serviços de saúde, universidades, associações, profissionais das secretarias de saúde dos estados e dos municípios a compartilharem seus registros das ações locais realizadas em comemoração à campanha Abril pela Segurança do Paciente 2022.

Envie seu registro para o e-mail abrilsegurancadopaciente@saude.gov.br  
 

Com informações do Ministério da Saúde e Anvisa







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